Ciclo pela Floresta Autóctone:

Projeto Cabeço Santo

Apresentação no Porto

O Projeto Cabeço Santo vai ser apresentado no Porto

No próximo sábado, 20 de outubro, às 16:00, a equipa do Projeto Cabeço Santo vai estar no Porto para apresentar e debater o trabalho de reflorestação com espécies autóctones realizado em Águeda.

A entrada é gratuita e não sujeita a inscrição prévia.
Junte-se nós na rua de Santa Catarina, 730-2.º andar.

Esta atividade é promovida pela Aliança pela Floresta Autóctone, com apoio da Campo Aberto, do FAPAS - Fundo de Proteção dos Animais Selvagens e do movimento Alvorecer Florestal e da Quercus

TERCEIRO DEBATE sábado 29 de setembro, 15h15 no Auditório da Câmara Municipal de Vouzela, com a Professora João Carvalho


A Aliança pela Floresta Autóctone convida a participar no terceiro debate do seu Ciclo pela Floresta Autóctone, que vai decorrer no sábado 29 de setembro, às 15:15, no auditório da Câmara Municipal de Vouzela.
O tema «Floresta Autóctone» será apresentado por João Carvalho, Professor de Silvicultura e Dendrologia na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, a que se seguirá o debate com o público. O encerramento está previsto para cerca das 18:00. 

A entrada é gratuita mas de inscrição obrigatória (indicar pf nome e telefone de contacto), até quarta 26 de de setembro, para: florestautoctone@gmail.com


Serão aceites donativos facultativos, de montante fixado pelo próprio, a entregar no local, destinados a despesas com a organização do Ciclo referido acima.

APOIOS: Alvorecer Florestal, Campo Aberto - associação de defesa do ambiente, FAPAS - Fundo para a Proteção dos Animais Selvagens, Câmara Municipal de Vouzela, Parque Natural Local Vouzela Caramulo 


Apresentação do Prof. João Carvalho

João Paulo Fidalgo Carvalho é Professor de Silvicultura e de Dendrologia da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD, 1988/90), Vila Real. Realizou o doutoramento na área da Silvicultura e um pós-doutoramento na mesma área nos EUA (USDA Forest Service, Southern Research Station e North Carolina State University, Fulbright).
É Membro do Centro de Investigação e de Tecnologias Agro-Ambientais e Biológicas (CITAB), Membro delegado da Associação Europeia de Silvicultura Pro Silva Europa desde 2001 e integra o grupo de trabalho inter-institucional para a Estratégia Nacional de Adaptação às Alterações Climáticas para as Florestas.
Tem trabalhado em diversos projectos de Investigação e Desenvolvimento relacionados com o carvalho e os carvalhais, integra o Projecto Floresta Comum para a promoção da floresta autóctone e participou na criação do Centro de Competências do Carvalho e das Folhosas Autóctones, estando a desenvolver trabalhos neste âmbito.
Tem trabalhado em vários programas e ações na especialidade, com diferentes instituições e organizações, em Portugal e no estrangeiro, relacionados com o carvalho e as folhosas, em matérias como a ecologia, produção, silvicultura, funções e aproveitamentos.
Publicou diversos trabalhos na especialidade relacionados com as folhosas autóctones, e em particular com o carvalho, entre eles O carvalho-negral (2005). É co-autor (oito capítulos) do livro Os Carvalhais (2007, na série Árvores e Florestas de Portugal, com produção de conteúdos pela Liga para a Proteção da Natureza e edição da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento e do jornal Público); do livro Oak: Ecology, Types and Management (2013); e do livro Colheita e Processamento de Frutos e Sementes de Espécies Florestais Autóctones (2014). Co-realizou o documentário Floresta Autóctone - Plantar e Valorizar (2016). A sua obra mais recente intitula-se Silvicultura próxima da natureza - Conciliar economia e ecologia para uma silvicultura multifuncional, rentável e sustentável (2018). 

Floresta Eterna 

Filme, arte e debate

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=r77_Qqlzd1s

Quarta 26 de setembro às 18:00.

No centro comunitário Gazua, Rua João das Regras, 151, Porto, tel. 224068384, que fica no quarteirão Praça da República, Ruas de Camões, Gonçalo Cristóvão, Bonjardim

Esta é uma iniciativa da Aliança pela Floresta Autóctone (https://florestautoctone.webnode.pt), cujo apelo foi já subscrito por mais de 1200 pessoas e entidades ou coletivos (pode também subscrevê-lo, se ainda o não fez). 

A coordenação e logística da Aliança está a cargo dos coletivos/associações Alvorecer Florestal, Campo Aberto e FAPAS. A Aliança agradece à Gazua a hospitalidade.

Eternal Forest (com legendas em inglês e português) é a primeira fase de um projeto a longo prazo da artista russa residente atualmente em Portugal, Evgenia Emets (www.evgeniaemets.vision).
O projeto consiste numa série de trabalhos de poesia visual, livro de artista, documentário artístico e uma experiência na floresta.
Neste filme ou documentário de arte, repensa-se e transforma-se a relação de uma comunidade com as suas florestas através de pessoas que vivem em Góis, Arganil e Lousã (centro de Portugal, região de Coimbra), áreas que sofreram fogos sem precedentes em 2017. Um desastre causado por décadas de práticas florestais insustentáveis, pela extensa monocultura do eucalipto, pelo colapso das comunidades locais e pela desertificação humana. Inclui 12 entrevistas feitas em maio de 2018 num documentário de cerca de 40 minutos que foi já exibido em numerosos pontos do país.
É um trabalho que evidencia a urgência de ouvir vozes que raramente têm oportunidade de exprimir sem entraves as suas opiniões.

A Importância da Floresta Autóctone

Sábado 7 de julho - 18:00

Cidade Mais - Jardins do Palácio de Cristal, Porto

A Aliança pela Floresta Autóctone convida a participar na Conversa do Cidade Mais, que terá lugar no Evento Cidade Mais, nos Jardins do Palácio de Cristal, Porto
A conversa tem como facilitadores Miguel Dantas da Gama e Jorge Moreira da Aliança pela Floresta Autóctone
A entrada é gratuita.

Mais Info: Cidade Mais

________________________________________________________

SEGUNDO DEBATE sábado 5 de maio, 15h15 no Anfiteatro do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro, com a Professora Helena Freitas


A Aliança pela Floresta Autóctone convida a participar no segundo debate do seu Ciclo pela Floresta Autóctone, que vai decorrer no sábado 5 de maio, às 15:15, no edifício do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro (anfiteatro).

O tema «Floresta Autóctone» será apresentado pela Professora Dra Helena Freitas, bióloga, a que se seguirá o debate com o público. O encerramento está previsto para cerca das 17:30.


A entrada é gratuita mas de inscrição obrigatória, até 2 de maio, para:
florestautoctone@gmail.com

Serão aceites donativos facultativos, de montante fixado pelo próprio, a entregar no local,destinados a despesas com a organização do Ciclo referido acima.
Aliança pela Floresta Autóctone https://florestautoctone.webnode.pt

_____________________________________________________

Apresentação de:
HELENA FREITAS
Bióloga, Professora e Investigadora
da Universidade de Coimbra

Helena Freitas, Professora e Investigadora da Universidade de Coimbra, doutorou-se em Ecologia pela Universidade de Coimbra em 1993 e realizou um pós-doutoramento na Universidade de Stanford, EUA, em 1994/95. É Professora Catedrática do Departamento de Ciências da Vida (DCV) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, cujo Conselho Científico integra.

Coordena nessa Universidade a Unidade de Investigação e Desenvolvimento «Centre for Functional Ecology - Science for People and the Planet» [Centro de Ecologia Funcional], uma unidade de investigação interdisciplinar no âmbito das Ciências Biológicas, e a Cátedra Unesco em Biodiversidade e Conservação para o Desenvolvimento Sustentável, centrando as suas áreas de interesse no estudo do funcionamento dos ecossistemas mediterrânicos, biodiversidade, interações bióticas, ambiente e conservação da natureza.

Foi Diretora do Jardim Botânico de 2004 a 2012, tendo coordenado o atual programa de reabilitação, quase concluído. Membro do Conselho Geral da Universidade de Coimbra, eVice-reitora da mesma universidade de 2011 a 2015.

Em termos de intervenção cívica, presidiu à Liga para a Protecção da Natureza entre 1999 e 2002, foi a primeira Provedora do Ambiente e Qualidade de Vida de Coimbra (2002-2005), Presidente da Sociedade Portuguesa de Ecologia e Vice-Presidente da Federação Europeia de Ecologia. Mais recentemente, foi por algum tempo coordenadora da Unidade de Missão para a Valorização do Interior criada em 2015 pelo XXI Governo Constitucional.​

PRIMEIRO DEBATE sábado 17 de março - 14:45 Biblioteca Pública Municipal do Porto, com Prof. Jorge Paiva


A Aliança pela Floresta Autóctone convida a participar no primeiro debate do seu Ciclo pela Floresta Autóctone, que vai decorrer no sábado 17 de março, às 14:45, na Biblioteca Pública Municipal do Porto (ao Jardim de São Lázaro, entrada pela Rua Morgado de Mateus). O tema «Floresta Autóctone» será apresentado pelo Professor Jorge Paiva, biólogo, botânico, ecólogo e ecologista, a que se seguirá o debate com o público. O encerramento está previsto para as 17:55.

A entrada é gratuita mas de inscrição obrigatória, até 15 de março, para: florestautoctone@gmail.com

Serão aceites donativos facultativos, de montante fixado pelo próprio, a entregar no local, destinados a despesas com a organização do Ciclo referido acima.

Jorge Américo Rodrigues de Paiva nasceu em Cambondo (Angola), a 17 de Setembro de 1933. Licenciou-se em Ciências Biológicas pela Universidade de Coimbra e doutorou-se em Biologia pelo Departamento de Recursos Naturais e Medio Ambiente da Universidade de Vigo (Espanha). Como investigador e professor: atualmente aposentado (mas continuando benevolamente a sua obra de investigador junto do Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra), foi investigador principal no Departamento de Botânica da Universidade de Coimbra, onde lecionou algumas disciplinas, tendo também lecionado, como professor convidado, na Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra, nos Departamentos de Biologia das Universidades de Aveiro e da Madeira, na licenciatura de Arquitetura Paisagista da Universidade Vasco da Gama de Coimbra, no Departamento de Engenharia do Ambiente do Instituto Superior de Tecnologia de Viseu e no Departamento de Recursos Naturais e Medio Ambiente da Universidade de Vigo (Espanha). Como bolseiro do Instituto Nacional de Investigação Científica (INIC) trabalhou durante três anos em Londres nos Jardins de Kew e na Secção de História Natural do Museu Britânico. Como fitotaxonomista tem percorrido a Europa, particularmente a Península Ibérica, Ilhas Macaronésicas, África, América do Sul e Ásia, tendo também visitado a Austrália.
Pode ainda encontrar informações sobre a sua obra como Autor, como Palinologista e como Ambientalista no seguinte endereço: www.campoaberto.pt/?p=1711374