Aliança pela Floresta Autóctone

ALLIANCE for THE NATIVE FOREST

FOGO CONTROLADO OU TRANSFORMAÇÃO DA PAISAGEM? 

RECOMPENSAR HECTARES ARDIDOS OU RECUPERAR SOLOS?

Comunicado da Aliança pela Floresta Autóctone de 22 de abril de 2026

Texto Reduzido

A política de pagar fogo controlado ao hectare, como decidiu o Governo, em vez de orientar o esforço público para transformar a paisagem, continua a tratar o sintoma (combustível em excesso) e não a causa estrutural dos grandes incêndios.

O Governo propõe apoiar entre 300 a 365 euros por hectare intervencionado com fogo controlado, ligando diretamente o financiamento à área queimada.

Este modelo de incentivo é quantitativo: recompensa hectares ardidos, não a qualidade ecológica da intervenção, a recuperação do solo ou a redução comprovada do risco de incêndio a médio e longo prazo.

A experiência em políticas florestais mostra que, quando se paga à área, tende a surgir uma economia da queima: mais operações do que o ecossistema precisa, porque o objetivo passa a ser executar hectares para aceder ao subsídio, e não intervir cirurgicamente onde faz sentido.

Fogo controlado, fim em si mesmo? Ou recuperação de solos?

O fogo controlado, que deveria ser uma ferramenta excecional e bem enquadrada, arrisca assim transformar‑se num fim em si mesmo. Sendo embora uma ferramenta válida em determinados contextos, está longe de ser ambientalmente neutral, prejudicando a biodiversidade e qualidade do solo, sobretudo em serras mediterrânicas com solos frágeis e declives acentuados.

Estudos em matos de montanha em Portugal mostram que, mesmo quando o fogo é de baixa a moderada severidade, há remoção da manta morta e grande parte da vegetação, exposição do solo à chuva, aumento do escoamento superficial e da erosão, perdas significativas de nutrientes e matéria orgânica.

A recuperação dos solos pode demorar vários anos, e em episódios de precipitação intensa o risco de ravinamento, deslizamentos de terras, e assoreamento de linhas de água aumenta de forma clara.

Em zonas com solos delgados, cabeceiras de bacia hidrográfica, elevada biodiversidade ou histórico de fogo recorrente, repetir queimas controladas pode degradar progressivamente a capacidade de regeneração e empurrar o ecossistema para estados mais pobres e paradoxalmente mais inflamáveis.

A queima pode também favorecer a proliferação de espécies invasoras e por esse motivo aumentar o risco de incêndios. Além disso, quando ocorre de forma tardia ou sem cuidado, prejudica não só a vegetação, mas também a fauna atual e a biodiversidade futura. A literatura sobre incêndios em paisagens mediterrânicas é consistente e genericamente diz que não basta reduzir combustível com o fogo; é necessário redesenhar a paisagem.

Soluções mais robustas: paisagens multifuncionais

A Aliança pela Floresta Autóctone defende soluções mais robustas, nomeadamente a criação de paisagens em mosaico multifuncional, onde se combinam florestas autóctones e sistemas agroflorestais (sobreiro, azinheira, carvalhos, castanheiro), menos inflamáveis e com maior capacidade de proteger o solo e a água. A isso junta-se a agricultura, mantendo pessoas a gerir e a cuidar do território. O que pode ser reforçado com pastagens permanentes associadas à pastorícia extensiva, sem recurso a queimadas, e uma silvicultura produtiva inserida em manchas menores e protegidas por faixas de vegetação menos inflamável. Este tipo de mosaico reduz a propagação dos grandes incêndios, aumenta a diversidade ecológica, protege solos e linhas de água e devolve funcionalidade económica ao território rural.

Em vez disso, o regime agora apresentado canaliza recursos para operações de fogo controlado pagas à área, sem garantir uma mudança real no padrão de ocupação do solo após a queima, monitorização independente da evolução do risco e métricas de qualidade ecológica e socioeconómica. Na prática, mede‑se o sucesso em hectares queimados, não em hectares tornados menos inflamáveis e mais vivos. O problema não está na existência do fogo controlado, mas em erguê‑lo à categoria de eixo central da prevenção e em associar‑lhe um incentivo direto por hectare.

A preocupação não está na ferramenta em si, mas no enquadramento: sem critérios rigorosos, monitorização independente e métricas que valorizem resultados ecológicos - e não apenas área tratada - corre-se o risco de criar uma dinâmica onde o fogo deixa de ser um meio cuidadosamente aplicado, e passa a ser um fim incentivado. Num cenário de alterações climáticas, essa diferença é crítica.

Uma política alinhada com o conhecimento disponível deve produzir ferramentas para restaurar a Natureza, diversificar os usos dos recursos, fortalecer a economia rural e construir uma paisagem em mosaico que, por si mesma, arde menos e recupera melhor e mais rápido.

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Texto Integral

Pagar para queimar não torna o território mais resiliente aos fogos florestais

Resumo

A decisão do Governo de pagar entre 300 a 365 euros por hectare de fogo controlado cria uma verdadeira "economia da queima" que trata apenas o excesso de mato a curto prazo e ignora a transformação estrutural da paisagem de que o país precisa. O fogo controlado é uma ferramenta válida em contextos específicos, mas estudos em serras mediterrânicas mostram que, mesmo quando utilizado por profissionais, pode aumentar erosão, perda de solo fértil e vulnerabilidade ecológica durante anos, sobretudo nas encostas e em solos frágeis. Em vez de se financiar hectares ardidos — sem garantir a recuperação do solo, nem a redução do risco ao longo do tempo — a política pública deveria se concentrar mais em fornecer recursos para criar paisagens mosaicos multifuncionais: mais florestas autóctones, que são menos inflamáveis; mais agricultura e pastagens, com pastorícia extensiva a quebrar a continuidade do combustível; e menos manchas contínuas de mato, pinheiro e eucalipto, onde a silvicultura produtiva deverá ser integrada e não dominante. Enquanto os incentivos forem medidos em hectares queimados, e não em hectares efetivamente mais diversos, menos inflamáveis e economicamente vivos, continuaremos a investir dinheiro público para manter o território inflamável, em vez de o tornar verdadeiramente resiliente aos incêndios e às alterações climáticas.

A política de pagar fogo controlado ao hectare, em vez de orientar o esforço público para transformar a paisagem, continua a tratar o sintoma (combustível em excesso) e não a causa estrutural dos grandes incêndios.

O Governo propõe apoiar entre 300 a 365 euros por hectare intervencionado com fogo controlado, ligando diretamente o financiamento à área queimada.
Este modelo de incentivo é quantitativo: recompensa hectares ardidos, não a qualidade ecológica da intervenção, a recuperação do solo ou a redução comprovada do risco de incêndio a médio e longo prazo.

A experiência em políticas florestais mostra que, quando se paga à área, tende a surgir uma economia da queima: mais operações do que o ecossistema precisa, porque o objetivo passa a ser executar hectares para aceder ao subsídio, e não intervir cirurgicamente onde faz sentido.

O fogo controlado, que deveria ser uma ferramenta excecional e bem enquadrada, arrisca assim transformar‑se num fim em si mesmo.

O fogo controlado é uma ferramenta válida em determinados contextos, mas está longe de ser ambientalmente neutral, sobretudo em serras mediterrânicas com solos frágeis e declives acentuados.

Estudos em matos de montanha em Portugal mostram que, mesmo quando o fogo é de baixa a moderada severidade, há:

  • remoção da manta morta e grande parte da vegetação,
  • exposição do solo à chuva,
  • aumento do escoamento superficial e da erosão,
  • perdas significativas de nutrientes e matéria orgânica.

A recuperação dos solos pode demorar vários anos, e em episódios de precipitação intensa o risco de ravinamento, deslizamentos e assoreamento de linhas de água aumenta de forma clara.

Em zonas com solos rasos, cabeceiras de bacia, elevada biodiversidade ou histórico de fogo recorrente, repetir queimas controladas pode degradar progressivamente a capacidade de regeneração e empurrar o ecossistema para estados mais pobres e paradoxalmente mais inflamáveis.

Em muitos casos, após a queima, verifica-se a proliferação de espécies invasoras, o que aumenta substancialmente o risco de incêndios. Noutros casos, a queima pode ser feita de forma indiscriminada, sem o devido cuidado com espécies que deveriam ser protegidas. A queima tardia e a nidificação precoce — fenómenos cada vez mais frequentes devido às alterações climáticas — não afetam apenas a vegetação, mas também a fauna, incluindo aves e outros mamíferos, insetos, répteis, etc., com impactos nas populações futuras.

A literatura sobre incêndios em paisagens mediterrânicas é consistente e genericamente diz que não basta reduzir combustível com o fogo; é necessário redesenhar a paisagem.

As soluções mais robustas apontam para a criação de paisagens em mosaico multifuncional, onde se combinam, de forma planeada:

  • florestas autóctones e sistemas agroflorestais (sobreiro, azinheira, carvalhos, castanheiro), menos inflamáveis e com maior capacidade de proteger o solo e a água;
  • agricultura (hortas, culturas de sequeiro e regadio, vinhas, olivais) que quebra a continuidade de combustíveis lenhosos e mantém pessoas a gerir o território;
  • pastagens permanentes associadas à pastorícia extensiva, onde o gado atua como gestor contínuo do mato e da biomassa fina;
  • silvicultura produtiva inserida em manchas menores e protegidas por faixas de vegetação menos inflamável, em vez de grandes blocos homogêneos.

Este tipo de mosaico reduz a propagação dos grandes incêndios, aumenta a diversidade ecológica, protege solos e linhas de água e devolve funcionalidade económica ao território rural.

Um programa sério de prevenção deveria investir sobretudo nesta transformação estrutural: apoiar agricultores, pastores, gestores florestais e comunidades locais para criar e manter estes mosaicos multifuncionais, com contratos plurianuais e critérios ligados a resultados ecológicos (menos continuidade de combustível, melhor estado do solo, maior diversidade, menor área ardida em eventos extremos).

Em vez disso, o regime agora apresentado canaliza recursos para operações de fogo controlado pagas à área, sem garantir uma mudança real no padrão de ocupação do solo após a queima, monitorização independente da evolução do risco e métricas de qualidade ecológica e socioeconómica.

Na prática, mede‑se o sucesso em hectares queimados, não em hectares tornados menos inflamáveis e mais vivos.

O problema não está na existência do fogo controlado, mas em erguê‑lo à categoria de eixo central da prevenção e em associar‑lhe um incentivo direto por hectare.

Num contexto de alterações climáticas, com janelas de segurança mais curtas e maior risco de perda de controlo, é tecnicamente imprudente construir uma economia da prevenção assente na queima recorrente do território.

Uma política alinhada com o conhecimento disponível pode produzir ferramentas para restaurar a Natureza, diversificar os usos dos recursos, fortalecer a economia rural e construir uma paisagem em mosaico que, por si mesma, arde menos e recupera melhor e mais rápido.


REPLANTAR A FLORESTA AUTÓCTONE JÁ – PARA DOMESTICAR OS FOGOS ATÉ 2050

Comunicado de 22 de agosto de 2025

Quando ainda estamos a contabilizar os milhares de hectares ardidos, mas cientes de que o presente ano será um dos piores de que há memória, a Aliança pela Floresta Autóctone – um movimento de largo espectro, fundado e em ação desde 2017, formado por cidadãos, investigadores, ambientalistas, associações e coletivos de diversa índole – vem, novamente, chamar a atenção das autoridades e da sociedade civil para a necessidade e urgência de um pacto nacional para as áreas florestais.

Enquanto este comunicado estava a tomar forma, o governo anunciou um pacto pela floresta a 25 anos, ou seja, até 2050, tal como a Aliança pela Floresta Autóctone estava a propor. A nossa posição, no entanto, é bem explícita sobre o que o governo parece ainda não ter pensado, ou seja, o papel positivo das autóctones e negativo de certas pirófilas (amigas do fogo), como o eucalipto e o pinheiro-bravo. Tal posição tem em conta sobretudo os seguintes aspetos:

1 – Grande parte do país, sobretudo as regiões mais atingidas, sentem-se tomadas pelo desespero, e com toda a razão. Há quem aponte como solução que se prendam mais incendiários. Certamente que há incendiários, e por isso existe uma dimensão judicial associada. Mas não são os incendiários que explicam a dimensão, a severidade e a gravidade dos incêndios a que temos assistido, nomeadamente nos últimos anos. A causa profunda desses incêndios não vai a tribunal nem irá para a cadeia, pois reside no caos do coberto arbóreo que se instalou no país ao longo já de muitas décadas. Mas, acima de tudo, há que responsabilizar os que lucram com este caos e os diversos governos que nada de fundamental fizeram para reverter este cenário, ou que continuam a pactuar com políticas de proliferação de vastas áreas de espécies como o eucalipto e o pinheiro-bravo. Ainda a referir que, a gestão dos espaços florestais por entidades sem vocação para o fazer, como as autarquias, recorrendo frequentemente a práticas de corte raso, sem acompanhamento posterior, leva à proliferação de espécies exóticas oportunistas que se espalham rapidamente e que são muitíssimo inflamáveis, como é o caso das acácias.

2 – O caos atrás referido revela um outro aspeto essencial quando se sobrepõem os mapas da maior gravidade dos incêndios no país e o mapa do chamado interior, caracterizado pela sua baixa densidade populacional. Atendendo à coincidência destes dois mapas, precisamos de um modelo de gestão racional dos recursos, que faça convergir: a alteração das espécies arbóreas mais problemáticas em relação ao fogo por espécies autóctones, a promoção de áreas destinadas à agricultura de elevado valor alimentar e ambiental e o incentivo da pastorícia como forma de controlo natural da vegetação. Desta maneira, se formam ou reconstituem ecossistemas autóctones e biodiversos, num mosaico que interrompa e introduza a descontinuidade da matéria vegetal facilmente inflamável. Se assim não for, a gravidade dos incêndios manter-se-á mesmo que se prendam muitos incendiários.

3 – Para isso, é preciso, a curto, médio e a longo prazo, incentivar e apoiar decididamente a retirada de manchas arbóreas de espécies pirófilas atrás referenciadas, e plantar aí, gradual e progressivamente, segundo um plano cuidadoso e persistente, árvores autóctones, fundamentalmente carvalhos, azinheiras e sobreiros e espécies associadas. É necessário criar ou recriar economias em conexão com estas florestas de Quercus, que podem ser complementadas com outras espécies, como a nogueira e o castanheiro.

4 – As áreas ocupadas por espécies pirófilas, como o eucalipto e o pinheiro-bravo, devem diminuir de dimensão e ficar sujeitas a regras exigentes de ordenamento da paisagem e a taxas ambientais adequadas, dando lugar a vastas áreas envolventes de descontinuidade de matéria vegetal inflamável.

5 – Numa fase de transição, e no que se refere ao combate aos incêndios e uso dos respetivos meios, cuja expressão atual deveria ser vista como exceção, será ainda necessário agir de forma que as autoridades, de modo coordenado e eficiente, apostem, com continuidade e persistência, nas ações apontadas nos quatro primeiros pontos. Tal permitirá uma progressiva diminuição do papel do combate e respetivos meios, em vez de uma escalada em crescendo, que hoje predomina. Deve privilegiar-se a prevenção, o que irá naturalmente diminuir a fatura do combate e o perigo associado aos grandes incêndios florestais (de modo equívoco, e desde há poucos anos, também chamados de incêndios rurais).

Uma coisa é certa, embora não seja a primeira vez que tal se verifica, os incêndios deste ano mostraram a importância das folhosas autóctones, como os carvalhos, como espécies mais resistentes ao fogo. A aldeia de Cerdeira, na Lousã, sobreviveu devido à presença destas folhosas, fruto de um esforço coletivo já com 25 anos de existência, enquanto, na sua envolvente, as monoculturas ardiam com imensa intensidade. O mesmo se passou na Mata da Margaraça, uma relíquia florestal, se bem que se encontre cada vez mais ameaçada pelo mar da monocultura circundante. O que evidencia que é possível e é necessário preparar um território mais resistente e resiliente aos fogos e ao mesmo tempo capaz de mitigar as alterações climáticas e a perda da biodiversidade. Precisamos de reintroduzir o equilíbrio ao sistema altamente alterado e desajustado às condições do território, que por esse facto se auto-consome periodicamente.

Sobretudo, é um imperativo ético diminuir o risco associado aos fogos, que consomem vidas humanas, recursos e infraestruturas, e uma imensidão de vidas não humanas e de ecossistemas, também eles de valor incalculável, não só instrumental, mas também intrínseco.

A Aliança pela Floresta Autóctone reafirma a urgência de envolver toda a sociedade neste pacto pelas áreas florestais.

A equipa coordenadora Aliança pela Floresta autóctone,

Ana Coutinho

Joana Campos

Jorge Moreira

José Carlos C. Marques

Marta Mota


ENCONTRO DE 28 DE JUNHO DE 2025, Coimbra

Convite: Defesa, proteção e expansão dos carvalhais em Portugal

No seguimento da mensagem de 18 de março, a equipa coordenadora da Aliança pela Floresta Autóctone envia este convite a coletivos (associações, empresas, grupos informais e outras entidades) e a algumas pessoas a título individual, que sabemos estarem empenhados na preservação e restauro da floresta autóctone.

Pretendemos debater a possibilidade, por um lado de lançar uma iniciativa legislativa cidadã para a defesa do carvalho e dos carvalhais existentes no país (onde apenas ocupam cerca de 2,5 % da área florestal). Por outro lado, pretendemos debater a possibilidade de iniciativas de diversa índole com vista à expansão dos carvalhais para além daquela diminuta área, fazendo para isso valer mesmo tempo atuais objetivos da União Europeia, também para Portugal, relacionados com as Estratégias Florestal e para a Biodiversidade e o «Restauro da Natureza».

A equipa coordenadora da Aliança pela Floresta Autóctone propõe para esse efeito o sábado 28 de junho próximo, da parte da tarde, no auditório da Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP), em Coimbra. A coordenação da Aliança pela Floresta Autóctone conta com a colaboração do Professor João Carvalho, da UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, a quem devemos uma ampla bibliografia sobre silvicultura, com destaque para os carvalhais.

Dada a lotação do auditório, embora gratuita, a participação está dependente da inscrição, pelo que agradecemos que submeta o formulário de inscrição até ao dia 23 de junho de 2025.

Formulário de Inscrição aqui: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeaSuV4C7MaFXNuTCY1GU8kimpy-Erws2ksrng_Q-UEElb1bg/viewform

Atempadamente divulgaremos mais informações; para esclarecimentos adicionais, contacte-nos por email florestautoctone@gmail.com

Esperando em breve as vossas notícias, saúda

Pela coordenadora

Ana Maria Coutinho

Joana Campos

Jorge Moreira

José Carlos C. Marques

Marta Mota



REDE de INICIATIVAS pela FLORESTA NATIVA 

A Aliança pela Floresta Autóctone está a constituir uma rede para a promoção da floresta nativa, possibilitando a sua divulgação pelos vários interessados. Nesse sentido, convidamos todas as entidades coletivas que se debruçam sobre a promoção da floresta autóctone ou nativa a subscrever o formulário que se encontra aqui

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Perante os incêndios do verão de 2016, muitos cidadãos sentiram que não podiam mais limitar-se a assistir todos os anos ao descalabro do nosso território. Alguns deles preparavam desde há meses uma intervenção cívica sobre o tema, quando a tragédia de Pedrógão Grande (17 de junho de 2017) colocou a premência num patamar ainda mais irrecusável. Decidiram por isso lançar um apelo público, que partilham aqui consigo.

Leia o texto do Apelo e, se sentir como nós, subscreva-o e divulgue-o em seu redor.

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